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quinta-feira, 21 de abril de 2016

Ele não é só meu namorado, é também meu melhor amigo.


Certo dia me perguntaram: Porque você se apaixonou? Eu respondi: Não sei… E talvez continue não sabendo. Eu simplesmente amo, acordo e vou dormir com ele nos meus pensamentos.


Eu quero tudo. Mas quero tudo com você. E mais ninguém.


A vida é minha, mas o coração é seu. O sorriso é meu, mas o motivo é você.

Quando acordei hoje de manhã, vi o seu sorriso. E percebi que queria passar o resto da vida com você. Um amor que cresce cada dia mais forte e se fortalece de muito carinho e respeito um pelo outro.


A melhor coisa do mundo é ver alguém sorrir e saber que você é o motivo.


Você está perto de uma pessoa diariamente, percebe os defeitos dela – e ela, os seus -, mas, naturalmente, a partir de todo esse convívio nasce a forma mais genuína de afeto. Por outro lado, a aproximação também faz surgir desentendimentos. Mas e quando é alguém da nossa casa, da nossa família? A pessoa está sempre do seu lado, compartilhando todo tipo de momento. Você tem que aprender a conviver na marra, e então você percebe que a convivência vai muito além de morar debaixo do mesmo teto; implica harmonia, sensibilidade. É a percepção sobre os sentimentos do outro. Por vezes encontramos lares destruídos, porque neles já não é mais possível conviver em paz… Porque a boa convivência requer prática. E requer conhecer muito mais a si mesmo do que ao outro. Não é exatamente saber lidar com os defeitos de alguém, e sim, de certa forma, equilibrar os seus próprios para que não machuque ninguém. Conviver não é exatamente tolerar, é saber se impor limites. De forma alguma devemos deixar quem amamos fazer aquilo que bem entender; é claro que a conversa, na maioria das vezes, é a melhor solução. Mas é muito mais cômodo dizer que a culpa é de outra pessoa. Difícil mesmo é olhar pra dentro de nós e ver o que precisamos mudar. Convivência não significa somente dormir e acordar com a mesma pessoa todos os dias. É necessário primeiro aprender a conviver com nós mesmos, e só depois podemos começar a imaginar como seria viver em harmonia com alguém.